domingo, 26 de julho de 2009

Cafufa, Mandrake... NOITE S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L!











“ -- Mas, Thayssa, quando vocês vão pra praia, vocês ficam onde?
-- Na praia, mãe!
-- Mas em que bar?
-- A gente não fica em bar, mãe.
-- E onde vocês ficam, minha filha?
-- Na praia, mãezinha.
-- Mas onde? Na areia!? Lá embaixo!?
-- Não, mãe. No chão, no calçadão. Êêêêê (expressão para demonstrar alegria com a espontaneidade de nosso programa)! ”















E assim começou a minha noite de sábado.



Saímos daqui de casa, meu amigo-irmão-que-se-ilude-que-tá-magérrimo, aquela amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver e eu, em direção à praia. No caminho, paramos para buscar a amiga-doida-que-quando-tá-caindo-se-segura-nos-outros-e-diz-“não-cai!”, fizemos algumas outras paradas estratégicas (leia-se comprar pizza, comprar gelo, arranjar copos, essas coisas básicas sem as quais um ser humano não normal não vive).


Fomos “a la praia, ôôôôô”. Paramos, nos instalamos e fizemos nosso picnic (tapetes do carro colocados no chão, bundas nos tapetes, caixa de pizza aberta, refri nos copos descartáveis, inexistência de guardanapos, essas coisas...)


Tuuuuuuudo bem. Forramos nossos estômaguinhos e nos pusemos a beber. A amiga-doida-que-quando-tá-caindo-se-segura-nos-outros-e-diz-“não-cai!” com seu amigo Jhonnie Walker (Black que a pobre insistia em dizer que era Black), amigo-irmão-que-se-ilude-que-tá-magérrimo ficou bebericando também o Jhonnie e amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver e eu ficamos no tal do licor de Amarula.


Bebemos, bebemos, bebemos... Às 11h saímos de lá para buscar outro amigo, o amigo-topogigio-que-não-mora-mais-aqui-e-que-insistia-em-falar-sobre-sexo-no-Mandrake.


Pegamos a pequena criança em sua casa, paramos pra comprar mais bebida e para que eu fosse ao banheiro. Mas é lógico que as coisas não seriam assim tão simples, né? Paramos lá naquele posto no retorno da Cohama. Fui correndo atrás de um banheiro. Banheiro do térreo? Trancado, gradeado e com cadeados! Beleza! Tem outro lá em cima. Escada? Trancada! Trancada! Com grades e cadeados! Agora me diz, como diabos alguém tranca uma escada!? Pra quê trancar uma escada, gente!?


Tudo bem. Compramos as cachaças e fomos embora. Na praia paramos no 1º bar que vimos. Um daqueles que tem sinuca. Fui correndo pro banheiro, as duas amigas atrás. Fiz meu xixi, saí e fiquei esperando as duas fazerem o mesmo. Enquanto espero, resolvo dar um look no bar. Achei estranho. Homens pra um lado, mulheres pro outro. O que é isso? Aí comecei a ver umas coisas estranhas, umas meninas se abraçando muito carinhosamente, falando coisinhas no ouvido umas das outras, coisa e tal. Foi aí que entendi. Ahhhhhhhh, tá. Virei o rosto, fiquei encarando o vazio enquanto as amigas saíam. Vai q uma pensa q eu tou encarando e vem me cantar? Melhor nao correr esse risco. Saímos.


Agora tuuuuuuuuuuuuuuudo bem. Já tinha feito xixi, vamos voltar a beber!


Paramos o carro no mesmo lugar em que estávamos antes, organizamos o picnic de novo e recomeçamos a beber. Copos e copos e copos mais tarde, o amigo-topogigio-que-não-mora-mais-aqui-e-que-insistia-em-falar-sobre-sexo-no-Mandrake, dá a sugestão de jogarmos Cafufa.




Concordamos prontamente! Avisei sobre a regra de que, quando uma pessoa erra, quem disser a ela “bebe”, bebe junto. Começamos a jogar. Copos e mais copos depois, erros e mais erros, “bebes” e mais “bebes” depois, a galera começou a ficar um pouco deveras feliz. Muuuuuuuuuuuuuito feliz, eu diria. Eu, experiente que sou no Cafufa desde a época do cursinho (saudades da galera do Medicina Vip do Einstein Renascença. Sim, pq eu sou VIP desde o cursinho, hauhuahua.), não errava nunca, até que devido a um comentário que desviou a minha concentração, errei. Errei no Cafufa que substituiria o 7, vocês acreditam? Realmente o comentário tirou a minha concentração, mas tudo bem.


Os péssimos de matemática que não sabiam os múltiplos do número 7 amigos então resolveram brincar de um tal de Mandrake.


Antes de passar para o Mandrake, algumas coisas observadas durante o Cafufa:
- A amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver tem muuuuuuuuita dificuldade em dizer números terminados em 4. Muita mesmo. O 24 iniciou os problemas dela, depois o 34. Ela nunca conseguia falar e acabva bebendo.


-O amigo-irmão-que-se-ilude-que-tá-magérrimo e a amiga-doida-que-quando-tá-caindo-se-segura-nos-outros-e-diz-“não-cai!”, no início, não conseguiam se libertar da palavra “bebe” “que não se deve mencionar num jogo envolvendo bebidas”, mas depois foram responsáveis pela maior exposição de sinônimos de tal vocábulo que já vi em todos os tempos.


- Quanto a mim... Bom, eu realmente sou muito boa no Cafufa! Só bebi uma vez (pq alguma coisa boa tinha que acontecer pra mim, né? Amém!).


Ok, ok. Vamos prosseguir. Primeiramente, deixa eu explicar como é a brincadeira. Assim, alguém começa falando uma palavra, qualquer palavra. A próxima pessoa tem que falar alguma coisa relacionada à palavra anterior e por aí vai. Na hora que alguém se revoltar, diz: “Mandrake”. É aí que o bicho pega. O último a dizer uma palavra começa: “eu disse tal palavra, pq fulano disse aquela palavra” e assim vai. Quem não lembrar da palavra que disse ou da palavra dita pela pessoa anterior bebe! Simples assim.


Começamos. Palavras, palavras, e muitas outras palavras depois, as pessoas mais alegres ainda, muitas verdades descobertas por meio da brincadeira, besteiras que nos faziam, literalmente, rolar no chão, garrafas vazias, pessoas passando mal, sugestão de alguém pra se pegar a garrafa vazia de Amarula pra encher com o conteúdo expelido por alguém (já que tal conteúdo era constituído, basicamente, por tal bebida alcoólica), essas coisas...


No final, certas seqüências de palavras associadas já eram tão freqüentes, que todos já sabiam o que o próximo ia falar. O que aprendemos com o tal do Mandrake:
- A amiga-doida-que-tá-caindo-se-segura-nos-outros-e-diz-“não-cai!” quando desequilibra, se encosta nos outros e diz: “Amigo(a), não cai!”.


- A amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver tem sérios problemas. É uma pessoa estranha. A vez dela era depois do amigo-topogigio-que-não-mora-mais-aqui-e-que-insistia-em-falar-sobre-sexo-no-Mandrake. Quando ele disse: “bom”, o quê que aconteceu? Ah, palavra fácil. Era só dizer qualquer coisa que fosse boa pra ela, né? Mas o que acontece? Ela, simplesmente, não fala nada. Ãhn!? Como assim!? Né? Né. Tudo bem. Após algumas rodadas, o amigo-topogigio-que-não-mora-mais-aqui-e-que-insistia-em-falar-sobre-sexo-no-Mandrake diz: “amor”. Ela poderia dizer qualquer coisa, né? Paixão, coração, casal, falar o nome de alguém, algo do tipo. O que acontece? O que acontece? Ela nada mais (/Leila Lopes mode off) falou. Calou-se. Aí eu não me agüentei. “Ô, mermã! Coisa triste! Além de não ter nada de “bom” na vida, tu também não tem nada que te lembre “amor”? Ave Credo! Odoiá, minha mãe! Are baba!”.


- Além disso, a amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver é preconceituosa em relação à diferença de idade em relacionamentos. A pessoa antes do amigo-topogigio-que-não-mora-mais-aqui-e-que-insistia-em-falar-sobre-sexo-no-Mandrake disse “amor”, ele então, romântico como ele só, diz o nome da pessoa que namora, aí o que acontece? A amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver vira e diz: “vovó!”. Hauhuahuahu. Como assim, Bial!? A diferença de idade entre eles é só de 15 anos. Besteira! Só uma debutante entre eles, oras!


Gente, só sei que foi muito engraçado, muito mesmo. Só estando lá pra saber. Mas como quis vocês ficassem curiosos com o que foi dito, fiz questão de fazer esse post. Além disso, serviu também pra matar a curiosidade de todos que me perguntavam o que tinha acontecido de tão sensacional na minha noite (no meu MSN tinha colocado como mensagem pessoal, o seguinte: “PUTA DA NOITE SEN-SA-CIO-NAL!”).

sábado, 18 de julho de 2009

U-HULK! É O CARTÃO FIDELIDADE!







GENTE, É O SEGUINTE. O THYTY NÃO ME ENSINOU AINDA A USAR ISSO AQUI DIREITO. ENTÃO, ONDE O TEXTO ESTIVER EM AZUL, FINJAM QUE ELE TÁ É COM AQUELE RISCADINHO, OK ? EU JÁ FUCEI EM TUDO AQUI E NÃO CONSEGUI DESCOBRIR COMO DEIXAR DE USAR O RISCADINHO, COMO NÃO QUERIA O TEXTO TODO RISCADO, ELE VAI COLORIDO MESMO. GRADICIDA PELA COMPREENSÃO!









Gente, “descobri” um lugar SEN-SA-CIO-NAL pra ir: o CHEZ MOI! Tinha ido uma vez quando ainda era naquele buraco escuro, quente e escrotérrimo outro prédio, apesar das músicas serem muito boas e dos freqüentadores também não serem ruins, não me apeguei muito a ele.




Mas foi aí que ele mudou! Mudou a sede, agora tá maior, melhor localizado, mais arejado e muito mais caro. As músicas são ótEEEEEEEEEEEEEEEmas e o povo que freqüenta, não decepciona ninguém. Só sei dizer que me viciei! Me viciei “di cum força” naquilo.



Fui uma vez, bem cedo, foi super tranqüilo pra entrar. Aí inventei de, na semana passada, ir novamente e levar meu primo-guri-que-é-maior-que-eu e uma amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver pra conhecerem o lugar.



Gente, eu juro que cheguei cedo. Às 9h da noite eu já tava naquela porta! Xuro pra vocês! O problema foi só um: muOOOOOOOOOOOOitas outras pessoas chegaram antes de nós, muitas mesmo! Ainda acho que essa galera foi pra lá antes mesmo da novela do macaco começar, mas tudo bem.



Aí o que nos restava!? Entrar na fila e esperar, né não? Foi o que fizemos!



Deu 9:30h, 9:40h, 9:50h e, como disse meu primo, “só faltavam 5 minutos pra estarmos há uma hora” naquela fila. Sim! Pq como se não bastasse a demora horrenda da fila, a desgraçailha do guri ainda ficava narrando toda a nossa espera, além de constantemente, repetidamente, dizer: “vocês têm certeza que querem entrar mesmo nesse lugar? Vocês não querem ir pra outro lugar? Sei lá, jogar uma sinuca aqui perto...”.



Não! A gente não queria! Tinha feito uma propaganda louca pra amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver e ela também não queria desistir de conhecer o lugar. Então tá. Vamos esperar. Depois ele até que deixou de reclamar, mas só pq ele começou a ocupar a boca com as katiaças que ele resolveu começar a beber ainda na fila.



Nesse meio (meio é ótimo! Na verdade foram 2 inteiros, nada de meio, mas tudo bem) tempo, encontrei uns amigos-loucos-da-outra-turma na fila. A parte ruim: estavam atrás de mim, o que não me trazia nenhum benefício. Foram chegando uns outros conhecidos que pediram pra ficar na minha frente eu os deixei, afinal, Papai do céu ensinou que a gente tem que ser bonzinho com o próximo, né? (Anjinhos aí no céu, beijosmeliguem! ; D )



E passa o tempo, passa o tempo. Meus amiguinhos que estavam atrás de mim sumiram e pediram que eu marcasse o lugar deles na fila, caso voltassem. Ok, ok, Nelson Rubens. E o tempo continua passando. Foi aí que a amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver teve uma brilhante idéia: “Thayssa, amiga-linda-maravilhosa-que-eu-amo-e-que-perdeu-3kg-em-1-mês-e-que-tá-com-a-pele-mais-bonita, vamos furar essa fila já que ela tá uma bagunça mesmo?”. A fila realmente era uma bagunça! Ela começava na calçada, encostada nas paredes dos prédios e terminava na calçada do outro lado da rua, sem exageros!



Eu, como menina cristã e certinha que sou, ponderei uns 5 segundos muito e resolvi fazer isso. Pedi pro guri ficar no lugar em que estávamos e que não deixasse ninguém roubar o nosso lugar (e que também não se deixasse ser levado pelo homem do saco preto, o mesmo do qual ele tinha medo quando era mais guri). Fomos a amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver e euzinha passear pela enooooooooooooooooooooooorme fila. Até que avistamos um lugar que seria perfeito para nos emburacarmos sem sermos notadas, acusadas e apedrejadas como furadoras de fila. Vi também que os amigos-loucos-da-outra-turma que antes estavam atrás de mim, tinham encontrado com uma galerinha conhecida e que também estavam nesse lugar. Era perfeito! Não ia ter problema de quererem bater na gente. Chamamos o guri e nos emburacamos no tal lugar. Beeeeeeeeeeeeem mais na frente de onde estávamos antes. Beleza! Agora a gente entra.



Os amigos-loucos-da-outra-turma, apesar de brincarem com nossas caras dizendo que estávamos furando, nos deixaram ficar lá sem problemas. Problemas mesmo a gente só encontrou quando os seguranças/apoios-filhos-de-éguas começaram a querer organizar a fila.






Como assim organizar a fila agora!? Quando eu tava lá atrás ninguém quis organizar porra de fila nenhuma! Argh! Mas tudo bem, né? Se isso ia fazer a fila andar mais rápido, ok. O problema? A fila era muito grande, não só no comprimento, na largura, PRINCIPALMENTE. Sabe aquele conceito de fila indiana DE SÓ UM ATRÁS DO OUTRO!? A galera desconhecia isso!



A fila, sem sacanagem nenhuma, em largura era formada por 5 ou 6 pessoas. Né? Né! Aí o que os seguranças/apoios-filhos-de-éguas resolvem fazer? Afunilar a fila! Lógico! Tem que ser uma fila decente.



Gente! Vocês não têm noção do aperreio! Aperreio do cão! Nós éramos esmagados pela frente, por trás, pelos lados... Pra vocês terem noção, um doido do meu lado teve a maldita idéia de levantar o braço com um copo de cerveja na mão pra poder se mexer um pouco. Resultado: não conseguiu mais baixar o braço por falta de espaço e não conseguiu tomar a cerveja pq a bicha esquentou, mas bobageeeeeeeeeeeeee. O melhor não foi isso. Não contentes com o aperreio, os amigos-loucos-da-outra-turma, a cada respiração que davam, gritavam: “U-HULK! É O CARTÃO FIDELIDADE, U-HUUUULK, É O CARTÃO FIDELIDADE”! Hhauuahuaha. Pessoas loucas, God!



Eu, com todos os meus 155 centímetros e meio, fiquei um pouco deveras sem ar. E olha que eu tava de salto, doido! De salto! Era tanta gente se apertando que o oxigênio se revoltou e não quis ficar naquele aperto. Simples assim! Ainda tentei erguer um pouco a cabeça pra ver se ainda tinha um pouco de ar no ambiente acima de mim, mas com toda a minha altura, não foi difícil encontrar pessoas mais altas que eu e que não me deixavam aproveitar esse arzinho.



Mas a fila foi se ajeitando, se ajeitando... Foi aí que os seguranças/apoios-filhos-de-éguas deram o tiro de misericórdia! “Só entra quem tiver na fila, mas na fila mesmo, essa fila única que está grudada na parede! Ãhn!? Como assim, Bial!? Tá louco!? Eu era a 5ª, 6ª na largura da fila, como diabos eu ia conseguir me emburacar a ponto de conseguir ficar encostada na bendita parede!?






AI, GZUZ!



Comecei a me despedir das coisas terrenas, eu xuro pra vocês. Os empurrões pioraram, o ar se tornou mais rarefeito, eu jurei que ia ser pisoteada (não, eu não sou dramática). Não sei como diabos, amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver e o meu primo-guri-que-é-maior-que-eu conseguiram se encostar na bendita parede (actually, acho que é pq os 2 são mais finos que eu :P) e asseguraram o direito de entrar no bendito lugar. E eu!? E agora!? O máximo que eu consegui fazer foi ficar do lado de um doido encostado na parede. O problema é que essa hora era crucial. Era a hora da cordinha, aquela que te diz: “Sorry,beiber! Daqui pra frente só entra quem seguir a porra da fila indiana encostada na parede”. Desespero bateu.






Avistei a amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver umas 4 posições na minha frente e o primo-guri-que-é-maior-que-eu umas 3 posições atrás, ambos encostadinhos na parede, já fazendo parte da seleta lista dos “liberados para entrar”. Eu tinha que entrar. Tinha! Pensei rápido, virei pra um dos seguranças/apoios-filhos-de-éguas, fiz uma cara de enjuriada e disse: “Éguas, doido! Muita sacanagem! Esse povo é fod*! Moço, essas porras já me empurraram tanto que eu, que tava atrás daquela menina ali (e apontei pra amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver), fui tirada do meu lugar na parede e to aqui. Moço, e agora!? Me ajude! É muita sacanagem, moço!”



Ô, gente! Ele se compadeceu! Se compadeceu de minha pessoa. Me acalmou, disse que eu ia entrar, pra eu não me preocupar e me botou na frente de um doido lá. U-HULK! Consegui me encostar na parede! Consegui! Eu ia entrar, eu ia entrar!



Pronto! Agora era só respirar aliviada, secar um pouco do suor fruto de toda aquela “espremeção” e aproveitar a noite.



Pedi pras 3 pessoas que estavam atrás de mim e na frente do primo-guri-que-é-maior-que-eu pra ele passar na frente delas, pois íamos pagar as entradas com o mesmo dinheiro e tal. As pessoas caridosas deixaram e o leso veio pra minha frente. Fomos indo, fomos indo. Quando chega na boca do negócio, na portinha, um segurança/apoio-filho-de-uma-égua pede pra ver a identidade do guri. O pró!? O guri é idiota. Foi lá pra casa sem nenhum documento, nenhum! Como ele morou um tempo aqui em casa, mamis tinha uma Xerox da identidade dele, foi isso que levamos pra ele provar que já tinha 18 anos. O segurança/apoio-filho-de-uma-égua ainda quis frescar, dizendo que podia ser falsificada a Xerox, que não tinha como ele ter certeza que era dele mesmo. Fiz uma cara de desolada e de menina em quem se pode confiar e disse que o guri era meu primo e que eu xurava pra ele que ele tinha 18 anos. Xurava! Ele não ficou muito satisfeito mas nos deixou entrar.



Compramos os ingressos de 20 reais (sim, as entradas de 10 reais já tinham acabado), achamos a amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver e entramos, de fato, no lugar. Subimos, mostrei a eles a parte de cima, orientei que comprassem logo as fichas de bebidas e descemos logo após rumo à boite. Quando entro no recinto, a 1ª pessoa que eu encontro é uma outra amiga minha,a amiga-baixinha-que-se-admirou-do-meu-potencial-futebolístico, que havia prometido de ir mas que não havia dado notícias até então. Cumprimentei-a, bem como a seu namorado (que é fã deste pequeno, rosa e lindo blog). Aí a vaca tal amiga vira pra mim e diz: “ Nem te conto! Acredita eu comprei a última entrada de 10 reais!? Até o fã-do-teu-blog teve que comprar de 20 reais já, a minha foi, realmente a última”!



Porra, doido! A pequena deve ter chegado aqui 7h da noite, só pode. Pq eu cheguei às 9h e não consegui comprar. Curiosa como sou, perguntei a minha amiga-baixinha-que-se-admirou-do-meu-potencial-futebolístico que horas eles haviam chegado. Ela vira pra mim, sorridente toda e solta: “NOVE E MEIA”!



ÃHN!? REPETE! COMO ASSIM!? EU CHEGUEI ÀS 9H E NÃO COMPREI A PORRA DA MEIA ENTRADA! Foi então que ela se explicou: “Não, pô. A gente foi entrando, foi furando e tal...”



PORRA,DOIDO! PORRA, DOIDO! A culpa é da amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver. Se ela tivesse tido a idéia de furar a fila antes, a gente teria comprado meias-entradas. ARGH!

Mas assim: no final, no fim do fim mesmo, a noite foi óteeeeeeeeeeeeeeeeema! Virei um “bombeiro” sem flambar (tinha acabado o foguinho) e descobri que nunca mais devo fazer isso. Tomei ainda um “queimando no inferno”, deixando ainda um pouco pra amiga-doida-que-vai-de-salto-alto-e-fino-pro-Reviver experimentar (acho que ela não curtiu muito o drink não. Motivo: a cereja tu xuuuuuuuuuuuura que foi a cereja? que vem no fundinho do copo fez com que ela fosse chamar Raul/Hugo um tempo depois). Dancei horrores, ri pacas,suei horrores e me diverti terrores!


O que tiro de lição dessa noite? Bom, que certas coisas só acontecem mesmo comigo, que eu tenho que parar de ser tão boazinha assim, que furar fila não é um dos pecados capitais, que os espertos é que se dão bem e que, da próxima vez, eu tenho que chegar no Chez antes mesmo de Malhação começar.


Bom, galera. Era isso.


UM OCEANO DE PEIXINHUX PLA VOXÊS E DESCULPEM-ME PELA DEMORA EM ATUALIZAR O BLOG.

P.s.: os amigos-loucos-da-outra-turma me explicaram que a expressão “U-HUUUUULK!!! É O CARTÃO FIDELIDADE” é fruto de um comercial famosíssimo de um posto de gasolina da cidade de Santinês. Já googlei isso, pesquisei no youtube, mas não achei o bendito. Pena! Mas a expressão já faz parte do meu vocabulário. Hehe.

domingo, 24 de maio de 2009

Bracinhos fortes






É fato! Nós, os “POLARYS BRAGAS”, temos algum problema com academias.
Há duas semanas voltei a freqüentar a academia (a mesma onde o autor do “Né verdade?” , tentando perder mais peso, quis arrancar as duas pernas fora, fatiando-as na esteira) .
Tudo estava indo muito bem, até que nesta quinta-feira...
Não sei se vocês já repararam, mas eu tenho braços um pouco volumosos/rolicinhos. Eu sempre achei que eles eram assim por acúmulo de tecido adiposo, mas de uns tempos pra cá tenho ficado em dúvida sobre isso.
O 1º acontecimento que me fez duvidar da composição de meus “bracinhos” foi o belo dia em que, ao tentar ajustar a tela do monitor do PC, ele veio abaixo com os 4 pininhos que o seguravam na base quebrados.
Até aí, tudo bem. Pois depois eu descobri (como desconfiei desde o início devido à reação pouco-nervosa de meu irmão revoltado) que ele já estava quebrado, eu só fui o bode expiatório que levou a culpa.
Só que minha teoria foi colocada à prova de novo, quando na academia, empolgadíssima por já estar terminando minha série, fui inventar de fazer exercícios numa tal de cadeira flexora. Beleza! Eu tinha costume de fazer, não teria problema com isso.
Sentei no aparelho, ajustei o peso, a distância pra colocar as pernas e, quando fui me “prender” (quem conhece o aparelho sabe que a gente tem que se “prender” ao aparelho por uma barra que fica em cima das coxas da gente). Tudo bem. Me “prendi” ao aparelho, mas como tava folgado, resolvi puxar um pininho que tinha na máquina, pra barra ficar mais apertada. Deu certo! Eu, enfim, estava presa! O problema? Eu puxei com tanta força o pino, que o arranquei! E o pior: ele sumiu! Ouvi uma zoada na hora em que eu puxei, mas não o vi mais!
Aí bateu o desespero! Chamei a instrutora doida de lá. Ela veio, riu de mim e começou a procurar o pininho. Pininho este que ela também não achou. Tudo bem, né? Eu já tinha quebrado o aparelho, não podia fazer nada, aí ela me disse pra fazer o exercício em outro aparelho. Foi aí que eu me lembrei! COMO!? EU TÔ PRESA!!!!! Sim, queridos amigos, eu estava presa! Não conseguia sair do aparelho pq as minhas pernas estavam sendo apertadas pela tal da barrinha.
Aquilo foi me agoniando, a barrinha parecia a cada minuto fazer mais força nas minhas pernas, me veio o pensamento: “Jesus, vou perder minhas pernas! Vão ter que chamar os bombeiros pra serrar ou o aparelho ou as minhas pernas!”. Que aperreio!
Mas foi aí que a instrutora doida, mas também inteligente, deu a idéia de eu sair pela lateral da máquina. Como!? Me remexendo feito uma doida pra que meu corpo fosse escorregando pela lateral da máquina. Não vou te mentir, me senti uma minhoca, um jumentinho daqueles que se vê em estradas que ficam se esfregando nas coisas pra poder se coçar...Foi ridículo! O que importa é que em pouco tempo eu estava livre daquele monstro que queria decepar minhas pernas.
Depois disso, meu irmão ficava olhando pra mim, rindo e me chamando de fortinha. E é claro que a 1ª coisa que ele fez ao chegar em casa foi contar pra papai e mamãe, né?
Ai,ai...
Só sei que no dia seguinte, mesmo com o aparelho já consertado, mudei de máquina. Vai que a cadeira-flexora-comedora-das-pernas-dos-outros quer as minhas de novo, né? ; )
Peixinhux e até o próximo post!

domingo, 17 de maio de 2009

Jogaçooooooooooooooo




Hoje foi o 1º dos, no mínimo (se não formos pra semi-final e final, o que acho bem difícil), 4 jogos do campeonato de futebol de praia feminino do qual minha turma na facul tá participando. Sim, pq nós achamos que além de uma bolsa lindinha como essa aí, a bola também pode servir para se jogar com ela.




Treinamos apenas duas vezes, os treinos foram bons mas nenhum lance como aquele do Nilmar do Internacional surgiu (pq agora que eu sou jogadora, tenho que fazer referências futebolísticas, né?).


Pelo contrário. A goleira titular (e única do time até então) quase quebra a mão (com direito à imobilização e fisioterapia), a meio-de-campo estrompou a unha e tá sangrando feito doida até hoje e eu fiquei uns dias sem andar direito por causa de uma dor na coxa direita.




Mas gente... Vocês não sabem o que acontece hoje, no dia D.




Simplesmente vencemos de 8 a 2! 8 a 2, isso mesmo! E não (só) pq o outro time era ruim, mas a gente jogou muito bem mesmo! Muiooooooooooooooooto bem mesmo, eu diria! A torcida se empolgou com as jogadas de classe, nós nos empolgamos com os gols que iam saindo... Gente, foi tudibom!




Sobre a minha atuação eu não preciso nem falar, né? Absolutamente SEN-SA-CIO-NAL! Estou sendo chamada de Gamarra (zagueiro paraguaio que jogou no Internacional e que é visto como um dos maiores zagueiros que o futebol já viu), só pra vocês terem noção. Huhauhau. E como já não bastava eu não deixar as adversárias fazerem o gol, ainda curtia com a cara delas com embaixadinhas espetaculares durante o jogo (as imagens falam mais que mil palavras). Huhauhuah. E entre uma jogada espetacular e outra, não deixava de conferir se o olho tava borrado ou não, né? Pq a gente não pode perder nunca a classe...




Mas sim. Vou indo pq nem só de futebol vive a minha pessoa. Xô ir estudar pq carreira de jogador de futebol é meio limitada, né?




Peixinhux a todos vocês!




Ah, o próximo jogo é sábado que vem, lá na Litorânea às 15h lá num bar em frente à Casa do carangueijo. Fiquem à vontade pra comparecer e prestigiar a nossa equipe.




P.s.: as informações que aqui constam sobre futebol eu tive o trabalho de procurar no Google, então se houver algum erro, a culpa é dele, tá? ;)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

There's no place like home!


Arrumando minhas coisas essa semana, encontrei uma agenda que usava na época em que morei fora (pra quem não sabe morei 8 meses “all by myself” em Caxias-MA).

Dentre muitas das coisas repetitivas nela escritas, a vontade de voltar pra casa é, com certeza, o assunto mais freqüente de todas as minhas “conversas” com ela.

Não que morar fora não seja algo muito bom, pelo contrário, é uma experiência única, uma oportunidade de criar um mínimo de juízo e amadurecimento.
Fora as outras coisas boas nisso, né? E não falo só de não ter que dar satisfações a alguém, mas de tudo. De almoçar na hora que quer (se quiser), de se dar ao luxo de esquecer a toalha de banho no quarto e sair nua do banheiro sem se preocupar de alguém te ver, de ficar bêbada tamanha segunda-feira sem ter que ouvir sermão/conselho de mãe dizendo que não é dia de se fazer isso, de não ter que se explicar pros pais em relação a um tal de um abaixo-assinado pra me tirarem da minha rua (apesar de não parecer, eu era uma ótima vizinha), de não ser importunada pelo piado/canto da sabiá do teu pai, de não acordar com raiva com tua mãe esmurrando a porta e mexendo no trinco (pior zoada que existe às 6:30h da manhã, acreditem!)... Tudo isso é muito bom mesmo!

Mas como tudo na vida, morar só e longe de casa também tem um lado ruim. Os domingos duram 48 horas e tua única companhia, muita das vezes é só o Faustão mesmo. A comida do restaurante e a que tu fazes na tua casa na pressa não têm o mesmo sabor da de casa. A voz da mãe pelo telefone não é a mesma que “ao vivo e a cores”. O pai já não pode brigar como antes (e mostrar, da forma dele, que se importa contigo) porque o interurbano é caro. O irmão não pode te apoiar da mesma maneira porque 5h de viagem te separam dele. Os amigos já não contam contigo da mesma maneira e, nem você com eles, porque amizade é melhor quando você tem alguém do lado pra te abraçar. O seu quarto é invadido com os bagulhos da casa e o seu guarda-roupa é abarrotado de roupas dos outros.

E aí é inevitável não bater a nostalgia. Inevitável!

E você se apóia em quem pode. Nas novas amizades, num namorado, nos estudos, na possibilidade de voltar pra sua casa através de um novo vestibular...

Tudo isso te dá força. Força não só pra conseguir aproveitar a distância de casa da melhor forma possível, mas também pra não desistir do caminho que pode te trazer de volta.

Só pra terminar o post, um fragmento de uma música que toda vez que eu ouvia, lembrava de casa.
“Há um vilarejo ali/ Onde Areja um vento bom/ Na varanda, quem descansa/ Vê o horizonte deitar no chão/ Pra acalmar o coração/ Lá o mundo tem razão/ Terra de heróis, lares de mãe/ Paraiso se mudou para lá...”




Nostalgia: vem de "nostos" (em Grego, "retorno para casa") mais "algia" ("dor, aflição") - o suave sofrimento que nos traz a lembrança das coisas passadas, da casa irremediavelmente perdida.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Medo


Eu sempre desconfiei que quando eu era pequena, minha mãe viu que não ia dar futuro tentar me ensinar a andar e desistiu disso. Depois de 21 anos de vida, de muitas provas e de pessoas que pensam a mesma coisa, eu tive certeza.




Nunca vi alguém mais atrapalhada na vida inteira! Tropeços, quedas, dedos mindinhos quase arrancados em cantos de parede, tudo isso é rotina na minha vida.




Mas aí vem o capeta, doido pra me ver no chão de novo, e sopra no meu ouvido que eu devo participar de um tal de Intermed – campeonato de futebol do curso de medicina que também conta com torneio feminino.




Não sei o que me deu na hora, não sei se foi a empolgação de todas as meninas tagarelando juntas, mas acabei aceitando ( e dando valiosos 5 reais, os quais tenho certeza que vou me arrepender de ter gasto).




Aí é que tá! Me toquei que nunca soube andar direito, quanto mais jogar futebol, né? E veio o medo. E que medo! Gente, vocês não têm noção do pavor que eu tô de me machucar. Outro dia tava no plantão na pequena cirurgia no Big Help e, numa tarde, em uma única tarde, atendi 2 caras oriundos de jogos de futebol e com machucados terríveis entre os dedos por causa de umas tais "divididas de bola".




Doido!!! E agora? E se acontecer o mesmo comigo?




Os jogos só começam no fim-de-semana que vem, dia 9 de maio, mas amanhã tem treino. E por mais que os jogos estejam marcados pra acontecer na praia, o treino vai ser em um campo de grama. Mas e se as formigas me atacarem!? Gente, e agora!? E se eu sofrer um ataque de formigas-atômicas-assassinas-revoltadas-com-a-vida? EU SOU ALÉRGICA À FORMIGAS!!!




Gzuz! Ajudai-me e protegei-me!




O treino é amanhã às 9h da manhã. E após treinar –com meias, é claro, para me proteger das formigas desvairadas, eu juro que eu dou notícias sobre o meu estado de saúde, ok?




Torçam por mim e pelos meus dedinhos!




Ai,ai...

sábado, 18 de abril de 2009

PUOOOOOOOOOTA QUE PARIU!







Não sei se isso acontece com todo mundo, mas existem certos momentos na minha vida nos quais a única frase que consegue defini-los é “PUTA QUE PARIU!”. Essas 3 palavrinhas meio que me acompanham com uma certa freqüência, sabe? Meu último momento PQP aconteceu essa semana. Ele foi assim, ó:





Estava na aula com mais umas 40 pessoas na turma (lembrem-se desse número, 40!!!). Depois de quase 3 horas seguidas de cânceres e coisas do tipo (pois quando eu tenho aula, eu tenho aula!), uma das professoras resolve levantar e fazer uma homenagem a uma das outras professoras presentes por todos os títulos que ela tem e por ter sido homenageada agora com o título de cidadã ludovicense.




Ela falou, falou, falou e se emocionou tanto falando da outra, que começou a chorar.
Eu, muito emotiva, me emocionei com a cena. Achei linda aquela demonstração de amizade. Quase que eu choro junto...




Aí, no final de todo um lindo discurso que parecia não ter fim, a turma começa a bater calorosas palmas. Até aí, nada de mais, né? Né! Mas o que acontece?





A cearense-louca-com-cara-de-retirante da minha amiga, que estava sentada uma carteira depois da minha, vira pra mim, ainda batendo palmas (como todo o resto da turma) e diz: “Vamo levantar?”




Eu, num momento de educação e de reconhecimento exagerado pelo sucesso dos outros, não penso duas vezes e respondo que sim.




Foi aí que a merda aconteceu!




A cearense-louca-com-cara-de-retirante e eu levantamos, a amiga-solidária que estava entre nós duas, pra não dar uma de mal-educada, levantou junto. MAS SÓ NÓS 3 LEVANTAMOS! NUMA SALA COM MAIS DE 40 PESSOAS, SÓ NÓS 3 LEVANTAMOS!




PUOOOOOOOOOOOOTA QUE PARIU!




E como se isso já não bastasse, no momento em que levantamos, as palmas imediatamente pararam. Simplesmente pararam! Quando eu olhei pro lado e vi que só nós estávamos em pé, minha vontade era de abrir minha bolsa e enfiar a cara lá dentro.




Como a merda já tava feita mesmo, o quê que eu ia fazer? Bater palmas! Afinal, foi pra isso que eu levantei. Depois de 6 palminhas do trio de loucas-bem-educadas, sentamos e começamos a desfrutar de nosso momento de fama.




Eu, iludida, crente que ninguém tinha visto nada, quase morri quando vi que as amigas atrás de mim e alguns outros espalhados pela sala quase caíam de suas cadeiras de tanto que riam de nossas caras.




Eu própria não me agüentei e passei uns 30 minutos rindo da situação.




E só o que eu conseguia dizer pra quem comentava a situação era: “Não posso fazer nada se eu sou educada, tá?”




Mas aí vocês podem pensar: "Ah! Essas coisas o povo esquece rapidinho." Não, não esquecem não!





No outro dia as pessoas me cumprimentavam alegremente. Como? COM PALMAS!!!